19 dez Chapada Diamantina – Igatu

Rampa do Caim
Tocas de pedra, ruínas, cavernas e espantalhos. O cenário é de uma cidade destruída e abandonada. Quem visita Igatu, antes conhecida como Xique-Xique, logo imagina ser a Machu Picchu brasileira. Fundada entre 1800 e 1840, a vila histórica foi repouso dos garimpeiros que aproveitavam as pedras abundantes no local para fechar as tocas naturais transformando-as em moradias. Eram os verdadeiros homens das cavernas. continue lendo…
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28 nov Chapada Diamantina – Mucugê

Centrinho de Mucugê
Diamante! Mineral monométrico, carbono puro, a mais dura e brilhante das pedras preciosas. Sem ele, a simpática Mucugê e tantas outras vilas e cidades da Chapada Diamantina não teriam surgido. Antes, a chamada terra prometida era vagamente povoada, dominada pelos índios Maracás que respondiam com violência à chegada de estranhos. Porém, em 1844, com anúncio da descoberta de diamantes próximo ao rio Mucugê, a população itinerante que explorava o Brasil atrás de riquezas tomou conta da região: comerciantes, colonos, jesuítas, contrabandistas e estrangeiros se espalhavam em vilas marcadas pela falta de leis e autoridades oficiais. continue lendo…
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22 nov Chapada Diamantina – Ibicoara

Chegando na região de Ibicoara
Um dos grandes problemas para quem quiser conhecer a Chapada é a sua dificuldade de transporte entre as pequenas cidades. Quem vai de carro próprio se aborrece com as péssimas condições das estradas, bombardeadas por buracos ou sem asfalto. Já quem chega de ônibus, deve ter paciência e tempo de sobra para esperar as linhas que vêm de muito longe e nem sempre diariamente. Para o viajante mais aventureiro, a melhor opção continua sendo, é claro, a carona! continue lendo…
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17 nov Chapada Diamantina – Rio de Contas

Sombra do Morro Pai Inácio, nos arredores de Lençóis
Capital brasileira do Ecoturismo! Assim é conhecida a Chapada Diamantina, região de esplanadas no alto de serras, encravada no coração do privilegiado estado da Bahia. Não é para menos. O parque abriga chapadões, rios e corredeiras de água avermelhada, cachoeiras, cavernas, grutas e poços de água transparente, características ideais para os praticantes deste segmento turístico. Suas condições favorecem a prática de diversos esportes de aventura como rapel, canyoning, escalada, mergulho, off road, montain bike, e principalmente trekking em suas trilhas com diferentes graus de dificuldade. continue lendo…
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15 nov Canyon Guartelá

Vista do canyon
Interior do Paraná, século 18. “Guarda-te lá que eu aqui bem fico”. Essa foi a suposta frase dita por um fazendeiro da região de Tibagi na época, quando soube que os índios Caingangues planejavam atacar um de seus vizinhos. Localizado no cânion do Rio Iapó, o sexto maior em extensão do mundo, o Guartelá já fora lugar de passagem de índios, tropeiros, mineradores e jesuítas. Hoje, é um lugar seguro e tranqüilo, visitado por turistas que buscam bosques, cachoeiras, trilhas, grutas, descanso e contemplação. continue lendo…
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11 nov Paniquetes pegando carona só de lingerie
Sensacional essa matéria das antigas do Pânico. As gostosas das paniquetes só de lingerie vão para o acostamento tentar descolar uma carona. Atrás da moita, a produtora Marlene e o retardado do Bola aguardam sinal para embarcar, tática manjada para quem quer pegar carona de galera. No papel de apresentadora burra, Sabrina apavora os caminhoneiros pelo caminho, com direito a desfile de pérolas de pára-choque de caminhão nas calcinhas das atrizes. Afinal, com mulher de bigode nem diabo pode!
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12 out Lindas praias e badalação em Itacaré

De carona na caçamba, ainda limpinho
Comendo poeira! Literalmente foi isso que aconteceu quando aceitei carona na caçamba de uma caminhonete até a nova estrada que promete ligar Camamu a Itacaré, na Bahia. Foram 40 km de estrada de chão seco, a ponto de eu ficar todo pintado de poeira. Como a ponte sob o Rio de Contas ainda não está pronta, fui obrigado a descolar outra carona até ao local indicado onde pegaria uma balsa. Sobrou para um simpático casal do Rio de Janeiro que não se importou em receber um saco de poeira dentro do carro. Quando chegamos na balsa, não resisti e dei um delicioso mergulho no rio. Era meu batismo de retorno a Itacaré depois de 5 anos desde a minha primeira visita. continue lendo…
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