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	<title>Carona Interativa &#187; Pré-expedição</title>
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	<description>Um blog sobre viagens, turismo e aventura que irá promover a prática da carona e resgatar o humanismo entre as pessoas</description>
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		<title>Lindas praias e badalação em Itacaré</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 15:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_269" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-269" title="De carona na caçamba, ainda limpinho" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/10/itacare1.jpg" alt="De carona na caçamba, ainda limpinho" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">De carona na caçamba, ainda limpinho</p></div>
<p>Comendo poeira! Literalmente foi isso que aconteceu quando aceitei carona na caçamba de uma caminhonete até a nova estrada que promete ligar Camamu a Itacaré, na Bahia. Foram 40 km de estrada de chão seco, a ponto de eu ficar todo pintado de poeira. Como a ponte sob o Rio de Contas ainda não está pronta, fui obrigado a descolar outra carona até ao local indicado onde pegaria uma balsa. Sobrou para um simpático casal do Rio de Janeiro que não se importou em receber um saco de poeira dentro do carro. Quando chegamos na balsa, não resisti e dei um delicioso mergulho no rio. Era meu batismo de retorno a Itacaré depois de 5 anos desde a minha primeira visita. <span id="more-267"></span></p>
<div id="attachment_271" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-271" title="Rio de Contas, em Itacaré" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/10/itacare3.jpg" alt="Rio de Contas, em Itacaré" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Rio de Contas, em Itacaré</p></div>
<p>Não há duvidas que Itacaré explodiu para o turismo. O lugar antes roots, pico de surfistas e alternativos, hoje atrai muitos riquinhos do sudeste, gringos e turistas de alto padrão. Passei num albergue no centro para ver as diárias e quase caí para trás: 140 reais! Tá certo que era primeira semana de janeiro, altíssima temporada, mas mesmo assim tudo estava muito valorizado na cidade. Como não rolou aquela caminha gostosa, tive que me contentar em ficar no Camping Tropical, bem localizado na Pituba, por 10 reais a diária.</p>
<div id="attachment_270" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-270" title="Pituba a noite" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/10/itacare2.jpg" alt="Pituba a noite" width="500" height="327" /><p class="wp-caption-text">Pituba a noite</p></div>
<p>Na Pituba, point de bons restaurantes, baladas, lojinhas bacanas e barracas de caipifrutas. O aquece da noite acontece pelos bares da rua principal, se arrastando na madrugada para as baladas da orla e da praia da Concha. Em frente ao meu camping ficava o <a href="http://www.flickr.com/photos/11209649@N06/sets/72157601328365199/" target="_blank">Favela Coffee Shop</a>, barzinho onde eu batia cartão todas as noites, sempre ao som de funk e black music, um alívio para desintoxicar os ouvidos do pagodão baiano. Depois da noitada, um dos maiores espetáculos da galera é acompanhar a enorme bola de fogo saindo das águas do mar. Nessa hora, todos os santos da Bahia parecem amanhecer na praia.</p>
<p>Para conhecer todas as praias da região sem abrir mão da badalação tive que sacrificar minhas horas de sono e colocar a faca nos dentes. Foram 5 dias de trilhas, caronas, perrengues, garotas e bebedeiras, sem tempo para descansar:</p>
<p><strong>Praia da Concha</strong><br />
Localizada ao lado do centro da cidade é a praia com a maior infra-estrutura de Itacaré. Várias cabanas servem bebidas e tira-gostos para a turistada brega. Possui águas calmas com areia grossa e escura. Praia dos farofas, famílias e crianças.</p>
<p><strong>Resende</strong><br />
Pequena enseada com imensos coqueiros, pouca areia, piscinas naturais e ondas boas para surfar. O acesso se faz a pé por uma pequena trilha que sai da rua principal.</p>
<p><strong>Tiririca</strong><br />
Com ondas fortes, a Praia da Tiririca é freqüentada o ano inteiro pela galera do surf. É considerado o melhor pico de ondas da Bahia. Por ser de fácil acesso, vive movimentado e atraente.</p>
<p><strong>Costa</strong><br />
Localizada entre a Tiririca e a Ribeira, a Praia do Costa é pouco freqüentada em razão das fortes correntezas para banho. Um grande restaurante panorâmico domina parte da praia.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Qb897grZHiY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/Qb897grZHiY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Ribeira</strong><br />
Belíssima praia cercada pela Mata Atlântica. Um riacho desce da serra formando cachoeiras e uma piscina de água doce. É a última praia acessível de carro pelo Caminho das Praias. Possui estacionamento e restaurante. Logo na entrada, inicia-se a trilha para a Prainha e para um parque de aventuras com arvorismo e tirolesa.</p>
<div id="attachment_272" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-272" title="Prainha em dias de agitação" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/10/itacare4.jpg" alt="Prainha em dias de agitação" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Prainha em dias de agitação</p></div>
<p><strong>Prainha</strong><br />
Após 1 hora de caminhada partindo do centro de Itacaré, surge o cartão postal mais famoso da cidade. A enseada da Prainha tem uma forma absolutamente simétrica, com dois morros verdes ao norte e ao sul, e um belíssimo coqueral junto à areia. O lugar se tornou ainda mais perfeito quando descobri no meio do mato uma taquara comprida que me proporcionou catar vários cocos! Sombra e água fresca no paraíso.</p>
<p><strong>São José</strong><br />
Linda praia com ondas fortes, areia branca e muitos coqueiros. Fica numa área de proteção ambiental, dentro do complexo imobiliário Villas de São José. Ao lado está localizado o <a href="http://www.ier.com.br/pt/" target="_blank">Itacaré Eco Resort</a>, lugar muito bonito que me fez abrir a mão e almoçar por ali mesmo.</p>
<div id="attachment_268" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-268" title="Jeribucaçu" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/10/itacare7.jpg" alt="Jeribucaçu" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Jeribucaçu</p></div>
<p><strong>Jeribucaçu</strong><br />
O rio Jeribucaçu desemboca aqui num cenário paradisíaco. Mas para chegar até ele, foi necessário pegar uma carona surgida por acaso na saída do mercado em Itacaré. Na praia, muita beleza e a melhor tapioca que já comi na vida. Na volta, grudei atrás de um guia que voltava por um trilha entre o manguezal até chegarmos na Cachoeira da Usina. Já na estrada para voltar, mais uma carona mística, agora com o engenheiro Libêncio, que trabalha na prefeitura de Itacaré. Ao chegarmos no centro ainda paramos num bar de amigos onde proseamos até escurecer!</p>
<p><strong>Engenhoca</strong><br />
Praia bastante freqüentada por surfistas. O acesso é feito a pé por uma trilha que tem início no km 12 da rodovia BA-001. Infelizmente a paisagem natural hoje convive com as construções do Warapuru Resort, um empreendimento de alto luxo que contará com 40 bangalôs e piscinas privativas. O projeto desenhado pela inglesa Anouska Hempel, famosa designer de interiores responsável pelos hotéis Blakes, Amesterdão e The Hempel, sofre com os embargos da justiça que alega irregularidades ambientais. A previsão é que o resort esteja concluído na metade de 2010.</p>
<div id="attachment_273" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-273" title="Trilha no mangue" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/10/itacare5.jpg" alt="Trilha no mangue" width="400" height="533" /><p class="wp-caption-text">Trilha no mangue</p></div>
<p><strong>Havaizinho</strong><br />
Formada por pequenas enseadas separadas por recifes, a praia de Havaizinho fica quase deserta a maior parte do ano. O acesso à praia se faz pela mesma trilha que leva à Engenhoca. De lá, a trilha continua para a praia de Itacarezinho.</p>
<p><strong>Itacarezinho</strong><br />
Apesar do diminutivo, a praia é extensa com 3,5 km de comprimento. Poucos dias antes da minha chegada, o local estava cercado de seguranças e jornalistas devido a presença do primeiro ministro da França, Nicolai Sarkozy e sua mulher, a modelo Carla Bruni, ambos hospedados do <a href="http://www.txai.com.br/" target="_blank">Txai Resort</a> que fica no meio da praia.</p>
<p>Depois de Itacarezinho, as praias ficam extensas e planas até a cidade de Ilhéus. Hora de voltar para Itacaré e se preparar para o grande retorno até Salvador. A pré-expedição vai terminando e as férias também. E você, conhece a região de Itacaré? Então participe e deixe seu comentário!</p>
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		<title>Taipus de fora</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 21:48:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por pouco, a Península de Maraú não foi imortalizada na obra de dois grandes artistas. O escritor Jorge Amado incluiu para sempre na geografia sentimental da Bahia a região de Ilhéus e arredores. Dorival Caymmi fez o mesmo pelas praias de Salvador, ao compor versos que parecem se esticar na rede. O curioso é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-233" title="Piscinas naturais em Taipus de Fora" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/09/taipus4.jpg" alt="Piscinas naturais em Taipus de Fora" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Piscinas naturais em Taipus de Fora</p></div>
<p>Por pouco, a Península de Maraú não foi imortalizada na obra de dois grandes artistas. O escritor Jorge Amado incluiu para sempre na geografia sentimental da Bahia a região de Ilhéus e arredores. Dorival Caymmi fez o mesmo pelas praias de Salvador, ao compor versos que parecem se esticar na rede. O curioso é que ambas as cidades estão muito próximas de Maraú e foram ignoradas pela cultura popular.</p>
<p>Considerada como uma das mais belas praias do Brasil, Taipus de Fora é a principal atração da Península de Maraú, com suas piscinas naturais de águas cristalinas e quilômetros de areia branca acompanhada por coqueirais. Para curtir plenamente as piscinas, vale mais a pena ir nas épocas de lua cheia e lua nova, quando a maré seca expõem os corais para quem está de fora. Nos últimos anos, a infra-estrutura da praia vem crescendo com muitas pousadas, bares, restaurantes e outros serviços que, infelizmente, trazem também a especulação imobiliária.<span id="more-232"></span></p>
<div id="attachment_236" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-236" title="Morro do Farol" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/09/taipus3.jpg" alt="Morro do Farol" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Morro do Farol</p></div>
<p>Na vila, encontrei muitos curitibanos que uma vez visitaram a região e nunca mais saíram. É caso da dona Norma, proprietária do Pousada Vento em Popa, que me ajudou a fazer uma ligação telefônica. Em Taipus, não existe telefone público e a comunicação de quem mora por lá é cara. Além da pousada, Norma mantém uma loja de roupas e uma lanchonete tocada pela cunhada Deyse, que também é de Curitiba. Pude saborear lá uma legítima sopa de vaca atolada (carne de costela e mandioca), prato incomum na Bahia, mas com gostinho de comida do sul.</p>
<div id="attachment_234" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-234" title="Lagoa Azul" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/09/taipus1.jpg" alt="Lagoa Azul" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Lagoa Azul</p></div>
<p>Outro morador ilustre é figurinha carimbada dos noticiários. Duda Mendonça, publicitário queridinho do PT e personagem do mensalão, possui uma mansão gigantesca a beira-mar, avaliada em 2 milhões de dólares. Perto dali, está instalado o <a href="http://www.kiaroa.com.br" target="_blank">Kiaroa Eco Luxury Resort</a>, um dos mais luxuosos do país. Para contrastar, eu estava acampado de favor nos fundos de um restaurante, tomando banho de mangueira e lutando contra os pernilongos para dormir.</p>
<div id="attachment_235" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-235" title="Farol de Maraú" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/09/taipus2.jpg" alt="Farol de Maraú" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Farol de Maraú</p></div>
<p>Aproveitei a estadia em Taipus para mergulhar e conhecer o Morro do Farol. Para chegar até lá, descolei fácil carona numa moto até a estrada Barra Grande &#8211; Itacaré, e logo em seguida mais uma caroninha até a entrada do morro. De cima, uma vista deslumbrante da Península de Maraú e da Lagoa Azul. Resolvi voltar pela praia, atravessando um lindo oásis do outro lado do morro. Parecia cenário do seriado Lost. Que a música baiana e seus artistas me perdoem, mas ainda bem que ninguém homenageou este lugar.</p>
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		<title>Barra Grande, tranqüilidade ameaçada</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 22:36:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após sair do Universo Paralello, voltei novamente para a cidade de Ituberá, onde descolei uma carona fácil em direção a Camamu, ponto de partida das embarcações que seguiam para Barra Grande. Fui obrigado a me afastar do litoral para contornar a Baía de Camamu, pois se eu continuasse caminhando até a Barra do Serinhaém pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-212" title="Muitas ilhas pela Baía de Camamu" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/08/barragrande1.jpg" alt="Muitas ilhas pela Baía de Camamu" width="500" height="339" /><p class="wp-caption-text">Muitas ilhas pela Baía de Camamu</p></div>
<p>Após sair do Universo Paralello, voltei novamente para a cidade de Ituberá, onde descolei uma carona fácil em direção a Camamu, ponto de partida das embarcações que seguiam para Barra Grande. Fui obrigado a me afastar do litoral para contornar a Baía de Camamu, pois se eu continuasse caminhando até a Barra do Serinhaém pela praia, dificilmente conseguiria barco (ou $$$) para fazer a travessia.</p>
<p>Terceira maior baía em volume de águas do Brasil, a Baía de Camamu abriga uma variedade de ilhas de todos tamanhos, além de praias, florestas e manguezais bem preservados. O passeio de barco normal custa cerca de 6 reais e é muito bonito e agradável. Logo na saída avistamos atrás do mangue a igreja matriz de Camamu, localizada na parte alta da cidade, que aos poucos vai se afastando no horizonte. Depois de 1h30 de viagem, encostamos na praia de Barra Grande, velha conhecida de caronas passadas pela península de Maraú. <span id="more-210"></span></p>
<p>Ao desembarcar no trapiche, uma fila gigantesca de pessoas aguardavam uma oportunidade para irem embora. Era o pós-reveillon da galera, o mais agitado de todos os tempos segundo moradores. O motivo de tanta gente se deu principalmente pela inauguração da estrada Camamu – Itacaré e pelas melhorias na estrada de chão que corta a Península de Maraú, transitável antes apenas para veículos 4 x 4. Ou seja, a pacata vila de Barra Grande, com suas ruas de areia onde só circulavam algumas jardineiras de passeio, tiveram nesse verão a companhia também de carros equipados com som alto e dos farofeiros da região. É preciso que a prefeitura de Maraú regulamente o acesso de veículos antes que esse paraíso comece a ficar desfigurado, como tantos outros em nosso país.</p>
<div id="attachment_211" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-211" title="Praia de Barra Grande" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/08/barragrande3.jpg" alt="Praia de Barra Grande" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Praia de Barra Grande</p></div>
<p>Felizmente, Barra Grande continua encantadora e incrivelmente bela. O acesso complicado até pouco tempo atrás fez com que o local conservasse a atmosfera típica de uma antiga vila de pescadores. As casas são simples, charmosas e as ruas com chão de areia cruzam jardins com floridas e cobertos por árvores frutíferas. Fora dos feriados, a vila é sempre tranqüila e muito mais confortável.</p>
<p>Pela região, praias para todos os gostos. As voltadas para o oceano são extensas, com ondas boas para o surfe, areia clara e recifes que formam piscinas naturais. Do lado da Baía de Camamu, as praias têm águas mais calmas e transparentes, ideais para relaxar e deixar o tempo de lado.</p>
<p><strong>BARRA GRANDE</strong><br />
Voltada para a Baía de Camamu, a praia de Barra Grande é reta, com areias claras e águas mornas, ideais para crianças brincar. Barra Grande é o porto de entrada na península para os visitantes que chegam de barco de Camamu. Tem casas de veraneio, pousadas, bares e restaurantes descolados em frente a praia, oferecendo música e espaço lounge para os turistas.</p>
<p><strong>PONTA DO MUTÁ</strong><br />
Saindo de Barra Grande, uma curta caminhada pela praia leva à Ponta do Mutá, ao extremo norte da Península. Um farol marca a entrada da Baía de Camamu onde existia antigamente um forte português. A praia tem muitos coqueiros e belas rochas que afloram à superfície da água.</p>
<div id="attachment_213" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-213" title="Recifes na praia de Três coqueiros" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/08/barragrande2.jpg" alt="Recifes na praia de Três coqueiros" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Recifes na praia de Três coqueiros</p></div>
<p><strong>TRÊS COQUEIROS &#8211; BOMBAÇA</strong><br />
É uma praia de mar aberto, com ondas fortes, areia grossa e coqueirais. Possui hotéis, pousadas e casas de veraneio. Muito extensa, a praia é marcada pela presença de recifes que surgem na maré baixa, formando piscinas naturais. É o início de uma sucessão de longas praias interligadas que vai até a praia do Pontal, em Itacaré, a 50km ao sul.</p>
<p><strong>TAIPUS DE FORA</strong><br />
A vedete de Barra Grande, uma das praias mais bonitas do Brasil e procuradas para mergulho livre, merece um post a parte. A expedição passou dois dias por lá, com direito a sopa de vaca atolada, trilhas exploratórias, mergulho e muitas caronas. Fiquem de olho no próximo post.</p>
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		<title>Universo Paralello 9 (parte final)</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 18:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pré-expedição]]></category>

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		<description><![CDATA[Tum tum tum tum tum.. a batida eletrônica não pára no festival. Depois de quatro dias já era visível o cansaço da galera, que virava a noite na pista sem conseguir dormir durante o dia. O sol baiano castigava qualquer um que ousasse ficar além das 6 horas da matina dentro da barraca. Era um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_203" class="wp-caption alignnone" style="width: 385px"><img class="size-full wp-image-203" title="Onde tinha sombra, tinha gente" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/07/up6.jpg" alt="Onde tinha sombra, tinha gente" width="375" height="500" /><p class="wp-caption-text">Onde tinha sombra, tinha gente</p></div>
<p>Tum tum tum tum tum.. a batida eletrônica não pára no festival. Depois de quatro dias já era visível o cansaço da galera, que virava a noite na pista sem conseguir dormir durante o dia. O sol baiano castigava qualquer um que ousasse ficar além das 6 horas da matina dentro da barraca. Era um verdadeiro forno. Os nativos se aproveitavam da situação oferecendo cercas de palha por 20 pila para proteger as barracas do sol. Mas logo o astro rei se erguia espantando todo mundo em busca de um cantinho de sombra. <span id="more-201"></span></p>
<div id="attachment_202" class="wp-caption alignnone" style="width: 498px"><img class="size-full wp-image-202" title="Arte do Fuck For Forest" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/07/up11.jpg" alt="Arte do Fuck For Forest" width="488" height="421" /><p class="wp-caption-text">Arte do Fuck For Forest</p></div>
<p>Um diferencial do Universo Paralello 9 em relação aos outros anos foi a criação do Crepúsculo, espaço underground voltado para o rock n´roll, clipes, grafitagem, freak shows e até sexo ao vivo! A ousadia foi promovida pelo grupo <a href="http://www.fuckforforest.com/" target="_blank">Fuck For Forest</a>, uma organização ecológica alternativa que arrecada dinheiro para salvar a natureza através da exibição de sexo em ambientes naturais. Um ativismo erótico por um mundo mais verde e com mais sexo. Claro que teve gente que não gostou&#8230;</p>
<div id="attachment_204" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-204" title="Garotas nuas no Universo Paralello" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/07/up7.jpg" alt="Garotas nuas no Universo Paralello" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Garotas nuas no Universo Paralello</p></div>
<p>O nu também foi representado pelo público durante uma foto coletiva com o intuito de formar o símbolo da paz. Depois do objetivo cumprido, a recompensa foi um mergulho dos pelados no mar, lavando qualquer tipo de vergonha ou preconceito.</p>
<div id="attachment_205" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-205" title="Liberdade de expressão no festival" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/07/up8.jpg" alt="Liberdade de expressão no festival" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Liberdade de expressão no festival</p></div>
<p>Na praia, na aldeia, no main floor, na pista alternativa ou no chill out, qualquer lugar era espaço e momento para as pessoas soltarem os canais de expressão através da quebra dos códigos cotidianos, trocando a camisa de força da ideologia pelos trapos coloridos da fantasia. Era um universo fractal gerado a partir da arte contemporânea e popular, revelando uma cultura alternativa e psicodélica. Assim, o festival foi palco multimídia para figuras de vários cantos do mundo, atores, circences, músicos, poetas, malabaristas, loucos, chapados entre outros convidados para um exercício de improviso e liberdade de expressão.</p>
<div id="attachment_207" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-207" title="Hora de partir: carona na caçamba junto com dona Elizete" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/07/up10.jpg" alt="Hora de partir: carona na caçamba junto com dona Elizete" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Hora de partir: carona na caçamba junto com dona Elizete</p></div>
<p>Depois do reveillon, exausto de tanta maluquisse, desmontei a barca e voltei para meu refúgio: a estrada! Junto comigo, na caçamba da carona, estava dona Elizete, que vendia bebidas em Pratigi no verão. Sua expressão cansada, mestiça, com traços de uma vida simples e sofrida, carregando sozinha engradados de bebidas, despertou-me novamente para a realidade. A realidade do povo brasileiro, que muitos fazem questão de ignorar, um verdadeiro universo paralelo para os donos do poder.</p>
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		<title>Universo Paralello 9 (parte 1)</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 18:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E a multidão invade o Universo Paralello 9. Estacionamento lotado, vans, buggys, ônibus, excursões e ambulantes pipocavam em volta da vila de Pratigi. Para chegar até a portaria do Festival, era necessário contratar um “pau de arara” da própria organização por 30 pila, que dava direito a uma pulseira para utilizar o transporte quando a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_186" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-186" title="Corredor de barracas no UP9" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/06/up2.jpg" alt="Corredor de barracas no UP9" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Corredor de barracas no UP9</p></div>
<p>E a multidão invade o Universo Paralello 9. Estacionamento lotado, vans, buggys, ônibus, excursões e ambulantes pipocavam em volta da vila de Pratigi. Para chegar até a portaria do Festival, era necessário contratar um “pau de arara” da própria organização por 30 pila, que dava direito a uma pulseira para utilizar o transporte quando a pessoa quisesse. O clima capitalista do evento era explícito. Fui andando até a portaria, que ficava 5 km dali, mas não demorou em aparecer uma carona junto com a vendedora de Acarajé da festa. Na portaria, fila para trocar o ingresso pela pulseira de acesso. Uma aglomeração de hippies protestava por não conseguirem entrar de graça para venderem seus produtos. Na hora da revista, passava quase tudo: maconha, ácido, pó, cogumelos, estilete, faca&#8230; menos bebidas alcoólicas. Quem quisesse um goró, era obrigado a comprar dentro da festa. <span id="more-184"></span></p>
<div id="attachment_187" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-187" title="Fora do festival, nativos vendem as bebidas que foram deixadas pelos &quot;desavisados&quot; da festa" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/06/up3.jpg" alt="Fora do festival, nativos vendem as bebidas que foram deixadas pelos &quot;desavisados&quot; da festa" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Fora do festival, nativos vendem as bebidas que foram deixadas pelos &quot;desavisados&quot; da festa</p></div>
<p>Com a música ainda desligada nas pistas, o primeiro dia do festival transmitia uma sensação de tranqüilidade e até de romantismo, diferente de qualquer outra festa de música eletrônica. O que se via era um grande corredor entre coqueiros, beirando a praia, com vários quiosques de comida, roupas e artesanato. Um shopping alternativo ao ar livre, num lugar paradisíaco. Todo mundo chegando, correndo de um lado para outro, na tentativa de descolar um canto para acampar. Nas áreas de camping, dominavam os condomínios de barracas, geralmente formados por grupos já batizados de outras edições do festival.</p>
<div id="attachment_188" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-188" title="Frigideira da Pista Goa" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/06/up4.jpg" alt="Frigideira da Pista Goa" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Frigideira da Pista Goa</p></div>
<p>A primeira pista a ligar o bate-estaca foi a Goa, onde rolava os sons mais darks do psytrance. O clima já era de descontrole total. Negada pulando forte na pista, iniciando o processo de transcendência. A maresia da cannabis dominava o lugar, uma constante de todo o festival. No próprio livrinho que a organização distribuía, ficava a dica: “se for fritar, frite com consciência”. Como o lugar era oficialmente “legalized” com relação as drogas, foi interessante encontrar no festival barracas como a do <a href="http://www.inspire-se.vc/" target="_blank">Inspire-se</a>, que divulgava psicoativos mais exóticos como Kratom, Salvia, gás N2O, Amazon Dream e outras tentações. Outra atração marcante do Universo Paralello foi o projeto de Redução de Danos, que oferecia esclarecimentos sobre drogas e assistência para dependentes, distribuindo kits de higiene para diferentes usuários de drogas. Uma atitude muito louvável e corajosa.</p>
<div id="attachment_185" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-185" title="Bonita arquitetura do Chill Out" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/06/up5.jpg" alt="Bonita arquitetura do Chill Out" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Bonita arquitetura do Chill Out</p></div>
<p>Durante o dia, meu barato mesmo era mergulhar no mar e freqüentar o palco Chill Out, onde rolava um som mais suave e experimental, com apresentação de bandas, DJs e performances. Próximo ao palco ficava algumas barraquinhas montadas para disseminar conhecimentos ligados à cultura alternativa como vegetarianismo, shamanismo, espiritualismo, etc. Era onde se concentrava a galera mais roots do festival, longe de playboyzada frita que dominava outras pistas. Já à noite, não tinha jeito, eu flutuava até o Palco Alternativo, local de contestação à ordem estabelecida, elogio à liberdade e a subversão das normas vigentes; me misturando na loucura do festival até o amanhecer.</p>
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		<title>Ituberá: concentração para o Universo Paralello</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 04:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De volta para o continente. O barco da natividade fez uma pausa na Barra do Carvalho e no retorno para a Cova da Onça, pulei no meio da praia, encurtando minha caminhada até Pratigi. Circulando entre os coqueiros, no meio do nada, estava um caminhão recolhendo as palhas secas das palmeiras que ficavam no chão. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_178" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-178" title="Igreja matriz de Ituberá" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/05/itubera1.jpg" alt="Igreja matriz de Ituberá" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Igreja matriz de Ituberá</p></div>
<p>De volta para o continente. O barco da natividade fez uma pausa na Barra do Carvalho e no retorno para a Cova da Onça, pulei no meio da praia, encurtando minha caminhada até Pratigi. Circulando entre os coqueiros, no meio do nada, estava um caminhão recolhendo as palhas secas das palmeiras que ficavam no chão. “O dono da fazenda tá mandando”, contou um dos catadores. Descolei um carona em cima da caçamba até o Rio Pratigi, onde tive a sorte de atravessá-lo na maré baixa. De lá foram mais 4 km até alcançar a área onde aconteceria um dos maiores festivais de arte e cultura alternativa do mundo: o Universo Paralello.<span id="more-177"></span></p>
<p>Era difícil acreditar que teria alguma coisa naquele lugar. Apesar de ver muita gente trabalhando, a única estrutura armada era umas cabanas de palha bem simples entre os coqueiros. Faltava ainda três dias para o inicio da festa. Xeretando, descobri que perto dali ficava a sede da organização. No local havia muitos artistas trabalhando, vários estrangeiros, alguns deles morando por ali há dois meses, fazendo esculturas e planejando a decoração da festa. Tentei acampar junto com a organização, mas sem sucesso. Jornalistas nesse tipo de festa são como espiões, intrusos, pois não é objetivo do festival divulgar o que acontece lá dentro.</p>
<div id="attachment_179" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-179" title="Ingresso para o Universo Paralello" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/05/itubera2.jpg" alt="Ingresso para o Universo Paralello" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Ingresso para o Universo Paralello</p></div>
<p>Já com o ingresso na mão, pensei em acampar na praia, mas aquele cenário estava árido demais para ficar três dias comendo areia. Resolvi então ir para Ituberá, cidade mais próxima que ficava a 40 km de Pratigi. Precisava lavar algumas roupas e sacar uma grana no banco. Consegui carona numa Belina velha, junto com três caras de sampa chapadaços! Eles estavam cuidando da instalação elétrica do palco principal, em troca do ingresso da festa. No caminho eu soube que só me deram carona porque a Belina estava sem gasolina e, caso o carro pifasse, eu poderia ser útil para ajudar a empurrar a banheira. Todo o trajeto foi muito tenso, com descidas na banguela e muita apreensão. Chegamos na cidade com o carro tossindo. Apesar da choradeira dos caras, não pude contribuir com nem uma moedinha pra gasosa. Carona não se cobra nem paga. Esse é o princípio básico do bom caroneiro.</p>
<div id="attachment_180" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-180" title="Cachoeira da Pancada Grande" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/05/itubera3.jpg" alt="Cachoeira da Pancada Grande" width="400" height="533" /><p class="wp-caption-text">Cachoeira da Pancada Grande</p></div>
<p>Era véspera de natal em Ituberá e o centro da cidade parecia uma Bangladesh tupiniquim. O rio que dividia a cidade não era nada limpo, havia ambulantes por todo lado, gente correndo, carros buzinando, lixo nas ruas, o caos. Com certeza esse exagero da minha parte era pelo fato de ter ficado duas semanas longe da civilização, em contato apenas com a natureza das praias desertas que passei. Assim, aos poucos fui me conformando com aquela situação e gostando da cidade. O povo era hospitaleiro e simpático, a comida boa e barata, algumas meninas até que eram gatinhas, e o mais bacana: nos arredores da cidade ficava a cachoeira da Pancada Grande, com uma incrível queda acima dos 70 metros. Era o que eu precisava para passar três dias em Ituberá, renovar as energias e se preparar para encarar 7 dias de loucura, medo e delírio no Universo Parelello.</p>
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		<title>Ilha de Boipeba, um paraíso ainda preservado</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2009 15:22:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Situada a 150 km ao sul de Salvador e 30 km do Morro de São Paulo, Boipeba é um daqueles pedacinhos de paraíso onde o turismo é muito recente, dando a impressão que encontramos um refúgio, um tesouro escondido para poucos. Afinal, o acesso é dificultado pela ausência de estradas, pois na ilha o viajante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_164" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-164" title="Boca da Barra em Boipeba" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/05/boipeba1.jpg" alt="Boca da Barra em Boipeba" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Boca da Barra em Boipeba</p></div>
<p>Situada a 150 km ao sul de Salvador e 30 km do Morro de São Paulo, Boipeba é um daqueles pedacinhos de paraíso onde o turismo é muito recente, dando a impressão que encontramos um refúgio, um tesouro escondido para poucos. Afinal, o acesso é dificultado pela ausência de estradas, pois na ilha o viajante comum só aporta de barco pelo mar via Morro de São Paulo ou pelo rio via Torrinhas (mais perto) e Cairu. <span id="more-162"></span></p>
<p>O ponto mais agitado da ilha é a praia da Boca da Barra, onde desembarcam as lanchas trazendo turistas, maioria deles vindo do Morro em passeios bate-volta. Por ali, fiquei instalado no ótimo Camping Pôr do Sol, a beira-mar com um restaurante anexo, fonte de apetitosos almoços e daquela cerva gelada. Na Boca da Barra, impressiona algumas pousadas “rústicas chiques”, quase todas comandadas por gringos que adotaram Boipeba para viver ou investir.</p>
<div id="attachment_165" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-165" title="Clima de interior na Velha Boipeba" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/05/boipeba2.jpg" alt="Clima de interior na Velha Boipeba" width="500" height="447" /><p class="wp-caption-text">Clima de interior na Velha Boipeba</p></div>
<p>O poder dos estrangeiros na comunidade é grande. Eles temem que Boipeba acabe atraindo um público despreocupado com a natureza, por isso proíbem música alta e festas na vila, gerando descontentamento de muitos nativos. A falta de entretenimento acaba criando um clima bucólico, ideal para aguçar as percepções estéticas de cada paisagem da ilha.</p>
<div id="attachment_166" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-166" title="Crianças brincando no final da praia da Cueira" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/05/boipeba3.jpg" alt="Crianças brincando no final da praia da Cueira" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Crianças brincando no final da praia da Cueira</p></div>
<p>Subindo a ladeira da Boca da Barra, fica o vilarejo da Velha Boibepa, com suas casas simples e coloridas em volta da praça. Logo comparei a vila com o famoso quadrado de Trancoso, imaginando-o 20 anos atrás, longe do desenvolvimento turístico que dominou o antigo reduto hippie. Na vila, um bom exemplo da arquitetura local é a Igreja do Divino Espírito Santo, uma edificação do século XVII, com altares neoclássicos e azulejos retratando temas bíblicos, marco da ocupação jesuítica.</p>
<p>Nas proximidades da Velha Boipeba fica o Morro do Quebra Cu, mirante procurado aos finais de tarde para quem quer contemplar o pôr-do-sol. Junto com um casal de turistas de Jaguaripe que conheci no camping, fomos desvendar o curioso nome do morro. Lá havia uma duna de areia batida, misturada com terra, onde as crianças nativas de arriscavam a descê-la com tábuas de madeira e pedaços de plástico.</p>
<p><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/mZ_zhKv9FK0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mZ_zhKv9FK0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Boipeba também se destaca pelas praias. Eleita uma das mais bonitas do país, Moreré possui águas tranqüilas, com recifes de corais formando várias piscinas naturais e com variedades de peixes ideal para prática do mergulho. Um banco de areia permite na maré baixa longas caminhadas pela praia podendo conhecer o pequeno vilarejo de Moreré e suas barracas de palha e madeira. Essas barracas servem de ambiente rústico para o tradicional prato de moqueca de camarão com banana da terra, especialidade da região.</p>
<div id="attachment_167" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-167" title="Moreré, a praia mais procurada em Boipeba" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/05/boipeba4.jpg" alt="Moreré, a praia mais procurada em Boipeba" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Moreré, a praia mais procurada em Boipeba</p></div>
<p>Depois de três dias de muita tranqüilidade, segui minha trip até a Cova da Onça, no extremo sul da ilha, para de lá tentar atravessar a baía até a Barra do Carvalho, já no continente. Foram 4 horas de mochilão pelo interior da ilha, passando por extensos cajueiros e vilarejos inóspitos como o Monte Alegre, onde vale a pena uma pausa para experimentar as castanhas fresquíssimas do seu Messias.</p>
<div id="attachment_163" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-163" title="Filho de Messias, ajudando na colheita dos cajuzinhos" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/05/boipeba5.jpg" alt="Filho de Messias, ajudando na colheita dos cajuzinhos" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Filho de Messias, ajudando na colheita dos cajuzinhos</p></div>
<p>O povoado de Cova da Onça, também conhecido como São Sebastião, possui este nome devido à existência de uma gruta que até hoje protagoniza muitas histórias contadas pelos moradores. Corre a lenda que a gruta, chamada de cova da onça, serviu de esconderijo aos jesuítas quando foram atacados pelos índios durante a época da colonização. Haveria também um suposto túnel que ligaria a caverna até a Velha Boipeba, mais precisamente até o subsolo da Igreja do Divino Espírito Santo.</p>
<p>Sem ninguém ter certeza de nada, passei apenas uma noite no vilarejo para já no dia seguinte, bem cedo, pegar carona num barco pesqueiro até o continente. Meu objetivo era caminhar até a praia de Pratigi, onde aconteceria um dos maiores festivais de arte e cultura alternativa do mundo: o <a href="http://www.universoparalello.art.br/" target="_blank">Universo Paralello</a>.</p>
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		<title>O divino caminho do Morro até Boipeba</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 19:26:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aeee! De volta para a pré-expedição. Martírio de turista. Sonho de mochileiro. Sorte de caroneiro. Para matar as saudades, nada como uma caroninha num LandRover do Morro de São Paulo até Guarapuá, praia paradisíaca escondida no meio da Ilha de Tinharé. Claro que uma carona onde não é permitida a presença de carros não seria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_134" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-134" title="Deixando a praia de Guarapuá" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/guarapua1.jpg" alt="Deixando a praia de Guarapuá" width="500" height="336" /><p class="wp-caption-text">Deixando a praia de Guarapuá</p></div>
<p>Aeee! De volta para a pré-expedição. Martírio de turista. Sonho de mochileiro. Sorte de caroneiro. Para matar as saudades, nada como uma caroninha num LandRover do Morro de São Paulo até Guarapuá, praia paradisíaca escondida no meio da Ilha de Tinharé. Claro que uma carona onde não é permitida a presença de carros não seria fácil. Os 4&#215;4 que existem no Morro são apenas de agências e pessoas que cobram caro pelos passeios turísticos. Fiquei derretendo um bom tempo no receptivo até aparecer um jipe pronto para levar uma turista para Boipeba. No banco de passageiros estava a blogueira <a href="http://ladyrasta.com.br/" target="_blank">LadyRasta</a>, que passava férias pela Bahia com seu filhote prodígio de 12 anos. Apesar de ela ter pagado R$ 200 no passeio, a blogueira entendeu a proposta da expedição e permitiu uma singela carona até Guarapuá para esse pobre cara-de-pau. <span id="more-133"></span></p>
<p>Guarapuá é a mais bela praia da Ilha de Tinharé. Trata-se de uma linda enseada de águas transparentes e mornas, propícias para banho e esportes náuticos, sobretudo o mergulho. As piscinas naturais por lá dividem as atenções com extensos bancos de areias, que permitem, durante a vazante da maré, longas caminhadas para longe da costa. Nessa praia, os coqueirais se apresentam ainda mais densos, dando um efeito incrível à paisagem.</p>
<div id="attachment_135" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-135" title="Rio do Inferno, em Boipeba" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/guarapua2.jpg" alt="Rio do Inferno, em Boipeba" width="500" height="329" /><p class="wp-caption-text">Rio do Inferno, em Boipeba</p></div>
<p>Depois da minha frustrada tentativa de alcançar a praia por bicicleta dias atrás, não podia deixar de aproveitar toda as belezas daquele lugar. Acompanhado por moqueca de peixe, lambreta, cerveja e pimenta baiana, o dia foi passando lentamente em meio a conversas com nativos e com os poucos turistas no local. Já estava decidido em acampar na praia mesmo, quando um pescador amigo convidou-me para ficar em sua humilde casa. Não havia portas nem janelas na casa, mas a hospitalidade era de sobra.</p>
<p>Dia seguinte, depois de ser devorado por pernilongos, parti cedo caminhando pela praia até o Rio do Inferno, que separa a Ilha de Tinharé com a Ilha de Boipeba. Foram 12 km de solidão, onde a sensação de liberdade me fez tirar a roupa na tentativa de pegar um bronzeado uniforme no corpo. Após muitas paradas para banhos e hidratação por água de coco, chego finalmente na foz do Rio do Inferno. A paisagem era desconcertante, um retrato místico da natureza dominando seu próprio tempo e o espaço. A calmaria quase amazônica pairava no ar, passível de perceber facilmente todas as relações naturais daquele universo. É nessas horas que vem a tona a lembrança das pessoas que amamos, uma necessidade do espírito em compartilhar com alguém um momento especial. A resposta de que não estamos sós veio da mensagem divina trazida por um barco fantasma lotado de nativos que, sem eu fazer qualquer gesto, encostou para me pegar e me ajudar na travessia do rio. Amém!</p>
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		<title>Na balada do Morro</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 20:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-119" title="Noite no centrinho do Morro" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/morronoite21.jpg" alt="Noite no centrinho do Morro" width="500" height="319" /><p class="wp-caption-text">Noite no centrinho do Morro</p></div>
<p>Quando o assunto é festa, não existe tempo ruim no Morro de São Paulo. Os eventos acontecem o ano todo de forma alternada, mantendo assim uma programação fixa por dia da semana, evitando que os lugares concorram entre si numa mesma noite. No verão, a quantidade de gente è tão grande que rolam várias festas simultâneas para dar conta. Já fora de temporada, os nativos ganham “free pass” nas baladas para atraírem turistas (maioria gringos nessa época) gerando uma diversidade cultural muito bacana. <span id="more-118"></span></p>
<p>Para ficar por dentro do agito não tem segredo. Basta se informar com qualquer morador ou seguir o fluxo da galera na noite para descobrir alguma festa perdida. A programação básica do Morro é a seguinte: Segunda e quinta-feira rola o famoso luau na segunda praia. Na sexta e no domingo todo mundo segue para a Toca do Morcego. Na quarta-feira o esquema é no Teatro do Morro, uma casa de espetáculo ao ar livre, com bar, palco para shows e até fogueira. No sábado, acontece a balada forte na Pulsar Disco, discoteca ao ar livre no caminho do forte, com música techno comandada pela DJ Patrícia Koremblit.</p>
<p>Apesar da vontade de ficar a semana toda no Morro, só pude encarar três noites de festa, mas que foram suficientes para captar toda a energia daquele paraíso.</p>
<div id="attachment_120" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-120" title="Toca do morcego" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/morronoite1.jpg" alt="Toca do morcego" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Toca do morcego</p></div>
<p><strong>Terça – Toca do Morcego</strong><br />
No alto do caminho para o Farol fica a Toca do Morcego, um ambiente integrado a natureza, com palco para bandas e uma linda vista do mar. Quem agitava a festa era o cantor Pablo Dominguez e convidados. Pablo é uma figura conhecida na Bahia por participar de projetos sociais que envolvam as comunidades onde se apresenta. Sua mistura de forró e reggae agitaram a galera presente, onde as gringas eram as mais empolgadas. Ponto negativo do local: entrada de R$ 20,00 na baixa e R$ 35,00 na alta temporada. Uma facada! Dei um jeito de entrar por apenas alguns minutos até pintar a sorte de descolar um convite com uma moça argentina que cuidava do bar. Com meu ingresso garantido, fiquei a vontade lá dentro até conhecer a brasiliense <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?rl=mfp&amp;uid=15105677522063973225" target="_blank">Thaísa</a>, uma delícia de pessoa, onde curtimos a folia até o amanhecer!</p>
<p><strong>Quarta – Teatro do Morro</strong><br />
Surreal! Essa é a definição para um lugar mágico que existe no topo do Morro da Mangaba, a 30 minutos de caminhada da praia. Um espaço cultural perdido no meio da floresta, abrigando manifestações artísticas de diversas formas como teatro, poesia, projeções, malabarismo e muita música. Lá conheci o totó de banheira, uma mesa de pebolim improvisada onde os nativos dominavam o esporte. Junto comigo estava o Silvio, amigo do Lucas que tinha chegado para passar uns dias lá na casa. Como o teatro estava meio vazio nesse dia, era comum ver os gringos sendo disputados pelas garotas de programa. Tomamos algumas beras e voltamos cedo pra aproveitar o dia seguinte na praia.</p>
<div id="attachment_121" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-121" title="Barracas de caipifrutas no luau" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/morronoite3.jpg" alt="Barracas de caipifrutas no luau" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Barracas de caipifrutas no luau</p></div>
<p><strong>Quinta – Luau na segunda praia</strong><br />
Era minha noite de despedida no Morro de São Paulo. Nada como uma bela bebedeira para continuar a viagem gonzo e zonzo. Na única festa grátis da ilha, o luau da segunda praia parecia uma festa exclusiva dos nativos. As músicas cantadas no microfone e amplificadas por estridentes caixas de som nada lembravam aqueles luais praianos com voz, violão e o barulho das ondas. No repertório, o pior da música baiana no momento: Parangolé, Black Style, Silvano Salles, A Bruxa e outros clássicos do pagode e arrocha. Para minha alma rock n’roll, aquilo era mais do que uma heresia. Era hora de partir!</p>
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		<title>Morro de São Paulo</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 22:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não poderia existir destino melhor para eu ser recompensado depois de dois dias de muito perrengue. As praias do Morro de São Paulo, encravadas na ilha de Tinharé, são chamadas respeitosamente de Caribe brasileiro. O local não atrai pessoas do mundo inteiro só por ter praias bonitas e piscinas naturais com água transparentes. Morro é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-109" title="Chegando no Morro de São Paulo de barco" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/morrosp4.jpg" alt="Chegando no Morro de São Paulo de barco" width="500" height="343" /><p class="wp-caption-text">Chegando no Morro de São Paulo de barco</p></div>
<p>Não poderia existir destino melhor para eu ser recompensado depois de dois dias de muito perrengue. As praias do Morro de São Paulo, encravadas na ilha de Tinharé, são chamadas respeitosamente de Caribe brasileiro. O local não atrai pessoas do mundo inteiro só por ter praias bonitas e piscinas naturais com água transparentes. Morro é a ilha dos opostos, sejam eles os festeiros que mal vêem a luz do dia ou os aventureiros que procuram uma praia deserta cheia de coqueiros. Não importa se vêm de mochila nas costas ou com um pacote cinco estrelas de um resort de luxo. O espetáculo é aqui! <span id="more-108"></span></p>
<p>Toda essa diversidade é percebida nas ruelas que cortam o centrinho do Morro. Sotaques diferentes, restaurantes exóticos, atividades culturais, gente bonita e muita badalação. Já faz cinco anos desde que visitei o Morro pela primeira vez. A charmosa vila, que antes mantinha uma essência roots em seus becos, tornou-se mais sofisticada, diminuindo as opções para quem chega ali com pouca grana. Uma forma de driblar essa valorização é conhecer a região fora de temporada. Na metade de dezembro, era possível achar diárias em pousadas confortáveis por apenas R$50 o casal.</p>
<div id="attachment_110" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-110" title="Mirante para a Segunda Praia" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/morrosp1.jpg" alt="Mirante para a Segunda Praia" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Mirante para a Segunda Praia</p></div>
<p>No meu caso, tinha a indicação de uns quartinhos baratos que ficavam escondidos na 2ª praia. Não queria acampar por lá, pois estava cansado e imundo. Fui perguntando para todo mundo se ainda existia tal muquifo, até que conheci o Lucas, dono da agência de ecoturismo <a href="http://www.ecoviagem.com.br/agencia-turismo/bahia/morro-de-sao-paulo/ekotrip-turismo.asp" target="_blank">O2 (antiga Ekotrip). </a>Sabendo que eu era jornalista, ele gentilmente me convidou para hospedar em sua casa. Lá fiz meu QG para conhecer as praias da região e cair na farra da ilha!</p>
<p><strong>Primeira Praia</strong><br />
A Primeira Praia é minúscula. São só trezentos metros. Possui casas de veraneio, algumas pousadas e agências. É a única praia da ilha com um pouco de ondas. Nas duas laterais há paredes de coral. É o cenário perfeito para vários esportes como natação, mergulho livre, mergulho com cilindro, banana-boat, e uma atração radical: a maior tirolesa do Brasil, com 340 metros de comprimento, que termina dentro d´água. </p>
<div id="attachment_111" class="wp-caption alignnone" style="width: 380px"><img class="size-full wp-image-111" title="Tirolesa no Morro: emoção garantida!" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/morrosp2.jpg" alt="Tirolesa no Morro: emoção garantida!" width="370" height="495" /><p class="wp-caption-text">Tirolesa no Morro: emoção garantida!</p></div>
<p><strong>Segunda Praia</strong><br />
A Segunda Praia é o lugar mais agitado do Morro, seja de dia ou de noite. Essa praia nunca pára. É o lugar de tomar banho de sol, jogar frescobol, vôlei, deitar de barriga pra cima nas piscinas naturais. À noite é o lugar do luau, dos inúmeros bares, danceterias, restaurantes. No final dela está a Ilha da Saudade (somente na maré bem alta), onde não é difícil encontrar casais nus “namorando” por lá.</p>
<p><strong>Terceira Praia</strong><br />
E depois? A Terceira Praia é claro. No começo tem um muro enorme e é bem urbanizada. Na segunda metade já não tem nada, só um ou outro hotel e uma das pistas de pouso. É dessa praia que saem os passeios para as demais ilhas. Também tem bastante coral, embora o meio da praia seja de fundo de areia, permitindo a entrada das embarcações.</p>
<div id="attachment_112" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/morrosp3.jpg"><img class="size-medium wp-image-112" title="Águas transparentes na Quarta Praia" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/morrosp3.jpg" alt="Águas transparentes na Quarta Praia" width="500" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Águas transparentes na Quarta Praia</p></div>
<p><strong>Quarta Praia</strong><br />
A Quarta Praia tem mais de quatro quilômetros e quase nenhum movimento. No começo dela até junta uma galerinha no meio do verão, que fica curtindo as piscinas naturais. Mas isso é só nos primeiros 200 metros. Depois é uma praia super tranqüila, com alguns hotéis, pousadas e muitos, muitos coqueiros. Como estava cansado de caminhar, consegui emprestar uma bike de um funcionário do <a href="http://www.patachocas.com.br/portugues/home.html" target="_blank">Ecoresort Patachocas</a>. A idéia era seguir até a praia de Garapuá, uns 6 km adiante. Eu só não contava que o pneu da bike iria furar no meio da praia do Encanto, me deixando na mão em um lugar praticamente deserto&#8230;</p>
<p><strong>Expedição recomenda:</strong><br />
<a href="http://www.ecoviagem.com.br/agencia-turismo/bahia/morro-de-sao-paulo/ekotrip-turismo.asp" target="_blank">O2 TURISMO (antiga EKOTRIP)</a><br />
Galeria Funny &#8211; 2ª Praia – Morro de São Paulo &#8211; BA<br />
Fone: 75 3652 1356<br />
Plantão: 75 8132 2355</p>
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