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	<title>Carona Interativa &#187; Paraná</title>
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	<description>Um blog sobre viagens, turismo e aventura que irá promover a prática da carona e resgatar o humanismo entre as pessoas</description>
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		<title>Canyon Guartelá</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 16:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Interior do Paraná, século 18. “Guarda-te lá que eu aqui bem fico”. Essa foi a suposta frase dita por um fazendeiro da região de Tibagi na época, quando soube que os índios Caingangues planejavam atacar um de seus vizinhos. Localizado no cânion do Rio Iapó, o sexto maior em extensão do mundo, o Guartelá já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_281" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-281" title="Vista do canyon" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/11/guartela1.jpg" alt="Vista do canyon" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Vista do canyon</p></div>
<p>Interior do Paraná, século 18. “Guarda-te lá que eu aqui bem fico”. Essa foi a suposta frase dita por um fazendeiro da região de Tibagi na época, quando soube que os índios Caingangues planejavam atacar um de seus vizinhos. Localizado no cânion do Rio Iapó, o sexto maior em extensão do mundo, o Guartelá já fora lugar de passagem de índios, tropeiros, mineradores e jesuítas. Hoje, é um lugar seguro e tranqüilo, visitado por turistas que buscam bosques, cachoeiras, trilhas, grutas, descanso e contemplação. <span id="more-284"></span></p>
<p>Criado em 1992, com o objetivo de proteger o ecossistema local, o Parque Estadual do Guartelá possui inúmeros atrativos naturais, configurados nas belas paisagens e formações rochosas. Com a companhia obrigatória de um guia (fornecido pelo parque), é possível tomar banho nos Panelões do Sumidouro, visualizar inscrições rupestres e se deslumbrar com a imensidão do cânion nos mirantes do parque. Um dos visuais mais bonitos do lugar é a cachoeira da Ponte de Pedra, com quase 200 metros de altura. No meio da queda, o arroio do Pedregulho atravessa a rocha, formando uma verdadeira ponte de pedra natural.</p>
<div id="attachment_282" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-282" title="Ponte de Pedra" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/11/guartela2.jpg" alt="Ponte de Pedra" width="500" height="502" /><p class="wp-caption-text">Ponte de Pedra</p></div>
<p>Como a estrutura rochosa do Guartelá é basicamente arenítica, muito sensível a erosão, vários pontos antes abertos ao turista foram interditados, limitando as atrações do parque na tentativa de evitar a degradação. Já não é possível, por exemplo, conhecer o fim da queda do arroio Pedregulho, que desemboca no Iapó, ou se aproximar da Ponte de Pedra. Essas restrições são agravadas com a falta de funcionários fixos no local. Gelson de Oliveira, conhecido como Baiano, é o único guarde-parque do Guartelá que trabalha fora de temporada. “Nos finais de semana contamos com a ajuda de quatro ou cinco voluntários. Mas mesmo assim não é suficiente”. Quando a área de preservação foi criada, passava pela portaria do parque uma média de 500 pessoas por final de semana. Hoje esse número está diminuindo.</p>
<div id="attachment_283" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-283" title="Curiosas formações rochosas na região do Guartelá" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/11/guartela3.jpg" alt="Curiosas formações rochosas na região do Guartelá" width="500" height="509" /><p class="wp-caption-text">Curiosas formações rochosas na região do Guartelá</p></div>
<p>Enquanto o Parque Guartelá é procurado pelo turismo contemplativo de apenas um dia, pousadas e fazendas adjacentes estão investindo em roteiros alternativos, opções de aventura e infra-estrutura para que o visitante fique mais tempo na região. Um exemplo é a <a href="http://www.itaytyba.com.br/" target="_blank">Reserva Ecológica Itaytyba</a>, propriedade particular localizada no outro lado do cânion, em uma área de 1090 hectares ao longo da margem direita do Iapó. O complexo ecoturístico rural conta com uma infra-estrutura para grandes grupos e eventos, além de diversas opções de lazer, gastronomia, atividades culturais e programas ambientais. Dentro da reserva, chama atenção o Recanto Paleontológico Prof. Olavo Soares que reúne um acervo com preciosas informações sobre os dinossauros, fósseis, cristais, minerais e rochas, oriundos de diferentes regiões.</p>
<div id="attachment_280" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-280" title="Cachoeira próximo a reserva de Itaytyba" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/11/guartela4.jpg" alt="Cachoeira próximo a reserva de Itaytyba" width="500" height="419" /><p class="wp-caption-text">Cachoeira próximo a reserva de Itaytyba</p></div>
<p>Outra estância interessante da região é a Fazenda São Damásio, com acesso pelo Km 38 da Rodovia Tibagi – Castro (PR-340). Antiga propriedade escravocrata, a fazenda guarda paredões abruptos do Cânion Guartelá, além de vários arenitos que despontam pelos campos ao redor. A paisagem deslumbrante e primitiva do local já foi cenário para diversos documentários, entre eles o filme “Preço da Paz”, de Paulo Morelli, que conta a história da Revolução Federalista brasileira. Para chegar até aos mirantes naturais, o visitante tem que atravessar quase uma dezena de porteiras entre capões de mata nativa, lavouras e pastagens. Frederico Zens, proprietário da fazenda, só faz uma exigência para quem quer conhecer o local. “Não esqueçam de fechar as porteiras, senão o gado vai pro brejo”.</p>
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		<title>Prudentópolis: terra das cachoeiras gigantes</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 17:49:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
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		<description><![CDATA[Pausa na pré-expedição. O motivo desse post extraordinário é o feriado de Páscoa que esse caroneiro passou em Prudentópolis, um dos locais com o maior potencial turístico do Paraná. A 200 km de Curitiba, escondidos entre plantações de feijão, milho e fumo que dominam a paisagem rural de Prudentópolis, surgem surpreendentes cânions com mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_127" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-127" title="Salto Manduri, no Recanto Rickli" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/prude3.jpg" alt="Salto Manduri, no Recanto Rickli" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Salto Manduri, no Recanto Rickli</p></div>
<p>Pausa na pré-expedição. O motivo desse post extraordinário é o feriado de Páscoa que esse caroneiro passou em Prudentópolis, um dos locais com o maior potencial turístico do Paraná. A 200 km de Curitiba, escondidos entre plantações de feijão, milho e fumo que dominam a paisagem rural de Prudentópolis, surgem surpreendentes cânions com mais de 100 quedas d’águas espalhadas pelo município. O incrível é que muitas delas possuem altura acima dos 60 metros. É a terra das cachoeiras gigantes.<span id="more-126"></span></p>
<p>Não bastassem as imponentes cachoeiras, Prudentópolis reserva uma rica história, legada por tradições e costumes que são facilmente encontrados em seu povo. Quase 75% da população é formada por descendentes de ucranianos, que fazem questão de manter viva e presente a cultura de seus antepassados. A cidade também é considerada a &#8220;Capital do Mel&#8221;, por possuir uma diversidade de flores que geram através das abelhas um mel de alta qualidade, rico em essências e sabor.</p>
<p>O viajante independente que visitar a cidade irá sofrer com a ausência de transporte público regular em direção as cachoeiras, obrigando-o a se virar pelas estradas de chão ou pagar pelo translado oferecido às poucas agências da cidade. Quem tiver um tempinho sobrando, a opção mais indicada é tentar a sorte nas caronas, que são fáceis de conseguir nos fins de semana, quando há mais movimento.</p>
<div id="attachment_128" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-128" title="Salto Barão do Rio Branco, em época de seca" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/prude2.jpg" alt="Salto Barão do Rio Branco, em época de seca" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Salto Barão do Rio Branco, em época de seca</p></div>
<p>A atração mais próxima do centro (4 km de asfalto e 8 km de chão) é o Salto Barão do Rio Branco, ao lado do Recanto Rickli. O volumoso Rio dos Patos cai de uma altura de 64 metros, formando um belíssimo visual. É possível chegar à base do salto através de uma escadaria com 478 degraus. Nos finais de semana mais quentes, o crowd da galera é grande.</p>
<p>Outra queda com bastante visitação é o Salto São João (7 km de asfalto e 15 km de chão). São 84 metros de altura, localizado numa área de grande beleza cênica. No caminho fica o Recanto Cassiano, parada obrigatória dos nativos que costumam devorar um frango assado aos domingos. Para fugir da muvuca e ver as quedas mais espetaculares é necessário comer um pouco mais de poeira nas estradas rurais de Prudentópolis.</p>
<p>Menos freqüentado, os Saltos São Sebastião e Mlot (14km de asfalto e 15 km de chão) são de tirar o fôlego. As duas cachoeiras, com cerca de 110 metros cada uma despencam no mesmo cânion, uma em frente à outra. Lá em baixo da garganta, o cenário impressiona com a água caindo dos dois lados do paredão. Local também é procurado para a prática de rapel e canyoning.</p>
<div id="attachment_129" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-129" title="Cachoeira São Francisco, a mais alta do sul do país" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/prude1.jpg" alt="Cachoeira São Francisco, a mais alta do sul do país" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Cachoeira São Francisco, a mais alta do sul do país</p></div>
<p>Cartão-postal do município, o Salto São Francisco (14 km de asfalto e 36 km de chão) é o mais alto do sul do Brasil, com 196 metros. Para sentir toda sua imponência, é necessário que o visitante reserve um dia inteiro para a cachoeira. Os últimos 15 km do percurso se tornam precários, não sendo aconselhável para quem for com veículos baixos. Outra opção, menos conhecida, é seguir até Guarapuava e pegar a estrada em direção ao distrito de Ibema, com boa parte do trecho asfaltado. Independente do trajeto, vale a pena conferir essa deslumbrante cachoeira e descer até sua base através de uma íngreme ladeira, continuando depois pelas pedras as margens do rio. A energia do cânion e da natureza transcende qualquer tipo de esforço.</p>
<p>É impossível conhecer todas as maiores quedas em poucos dias. Saltos como da Jacutinga, dos Gêmeos e Papagaios possuem acesso difícil, sendo necessário encarar trilhas longas e perigosas, reservada aos turistas mais aventureiros. E você caro leitor, conhece outras cachoeiras? Mora perto de alguma? Então ajude a expedição e <a href="http://www.caronainterativa.com.br" target="_self">cadastre seu ponto no mapa!</a></p>
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