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Blog da expedição

30 jan Chapada Diamantina – Lençóis e o Vale do Capão

Casario colonial de Lençóis

Caro leitor, agora que você já conheceu um pouquinho mais sobre os vilarejos da Chapada Diamantina (Rio de Contas, Ibicoara, Mucugê, Igatu), creio que está preparado para continuar essa incrível viagem pelo coração da Bahia sem medo de ser enganado ou de gastar uma grana preta com passeios enlatados na cidade de Lençóis. Se estou certo, vamos nessa!

A “capital” da Chapada oferece ao visitante uma boa infra-estrutura de pousadas, restaurantes, agências de turismo e aventura, mas também não abandona seu passado. Os principais casarões foram reformados com cuidado e hoje abrigam grande quantidade de lojas, botequins e ateliês. Em meio a sua arquitetura colonial preservada, não é difícil imaginar os donos de garimpo de antigamente, com seus ternos brancos circulando pelas ruas estreitas em frente as casas simples e coloridas. continue lendo…

09 jan Reveillon em Pouso da Cajaíba

Pouso da Cajaíba

Pouso da Cajaíba

“Olha lá os urubus”, berra um cidadão chapado na proa. Na barca pra Cajaíba, os efeitos da maresia alteravam expressões e sentidos. Nosso comandante, ex-viciado, sentia o cheiro do passado no ar. Agora, era o álcool que lhe fazia companhia. Abaixo das gaivotas, e não urubus, golfinhos convidavam-nos para um mergulho no mar transparente. Um show de barrigadas. E quem disse que subir no barco era fácil? continue lendo…

19 dez Chapada Diamantina – Igatu

Rampa do Caim

Rampa do Caim

Tocas de pedra, ruínas, cavernas e espantalhos. O cenário é de uma cidade destruída e abandonada. Quem visita Igatu, antes conhecida como Xique-Xique, logo imagina ser a Machu Picchu brasileira. Fundada entre 1800 e 1840, a vila histórica foi repouso dos garimpeiros que aproveitavam as pedras abundantes no local para fechar as tocas naturais transformando-as em moradias. Eram os verdadeiros homens das cavernas. continue lendo…

28 nov Chapada Diamantina – Mucugê

Centrinho de Mucugê

Centrinho de Mucugê

Diamante! Mineral monométrico, carbono puro, a mais dura e brilhante das pedras preciosas. Sem ele, a simpática Mucugê e tantas outras vilas e cidades da Chapada Diamantina não teriam surgido. Antes, a chamada terra prometida era vagamente povoada, dominada pelos índios Maracás que respondiam com violência à chegada de estranhos. Porém, em 1844, com anúncio da descoberta de diamantes próximo ao rio Mucugê, a população itinerante que explorava o Brasil atrás de riquezas tomou conta da região: comerciantes, colonos, jesuítas, contrabandistas e estrangeiros se espalhavam em vilas marcadas pela falta de leis e autoridades oficiais. continue lendo…

22 nov Chapada Diamantina – Ibicoara

Chegando na região de Ibicoara

Chegando na região de Ibicoara

Um dos grandes problemas para quem quiser conhecer a Chapada é a sua dificuldade de transporte entre as pequenas cidades. Quem vai de carro próprio se aborrece com as péssimas condições das estradas, bombardeadas por buracos ou sem asfalto. Já quem chega de ônibus, deve ter paciência e tempo de sobra para esperar as linhas que vêm de muito longe e nem sempre diariamente. Para o viajante mais aventureiro, a melhor opção continua sendo, é claro, a carona! continue lendo…

17 nov Chapada Diamantina – Rio de Contas

Sombra do Morro Pai Inácio, nos arredores de Lençóis

Sombra do Morro Pai Inácio, nos arredores de Lençóis

Capital brasileira do Ecoturismo! Assim é conhecida a Chapada Diamantina, região de esplanadas no alto de serras, encravada no coração do privilegiado estado da Bahia. Não é para menos. O parque abriga chapadões, rios e corredeiras de água avermelhada, cachoeiras, cavernas, grutas e poços de água transparente, características ideais para os praticantes deste segmento turístico. Suas condições favorecem a prática de diversos esportes de aventura como rapel, canyoning, escalada, mergulho, off road, montain bike, e principalmente trekking em suas trilhas com diferentes graus de dificuldade. continue lendo…

15 nov Canyon Guartelá

Vista do canyon

Vista do canyon

Interior do Paraná, século 18. “Guarda-te lá que eu aqui bem fico”. Essa foi a suposta frase dita por um fazendeiro da região de Tibagi na época, quando soube que os índios Caingangues planejavam atacar um de seus vizinhos. Localizado no cânion do Rio Iapó, o sexto maior em extensão do mundo, o Guartelá já fora lugar de passagem de índios, tropeiros, mineradores e jesuítas. Hoje, é um lugar seguro e tranqüilo, visitado por turistas que buscam bosques, cachoeiras, trilhas, grutas, descanso e contemplação. continue lendo…

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Jeferson Jess, 26 anos, jornalista gonzo e arquiteto de informação

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  • Fernando Oliveira: Gostei muito da temática do site! Minha vontade mesmo é cair na estrada e “desbravar” o mundo. E… Meu Deus!...
  • Charles: Valeu pelas informações Jeferson!
  • Jeferson: Olá Charles! Conheço dois campings em Pouso: Trilha do peixe (mais caro) e do seu Lorival (15 pila no verão). Pra chegar lá, existem...
  • Charles: Olá, Jeferson. Parabéns pelo blog e pela iniciativa da carona. Tem como você me passar mais informação sobre o Pouso da Cajaíba?...
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